Arquivo mensal: dezembro 2008

Memória Musical de Natal – Diana King – I say a litle prayer

Pessoal,

Estou saindo de férias, mas queria agradecer a visita de todos a esse humilde blog, e desejar a todos um feliz natal e um 2009 cheio de alegria, paz e realizações para todos. 2008 foi dificil para gente mais tenho certeza que serviu de aprendizado.

Boas Festas e um feliz 2009

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Marley e Eu

Só quem tem um labrador, sabe o que isso significa, he he he. A única diferença é que o meu e chocolate.

O filme estréia dia 25 de dezembro

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Memória Musical (11) – Fugges – Killing Me Soffly

Uma das musicas que alegraram minha adolescencia. Apesar de na época não ter a minima idéia do que essa musica representava. he he he

O Homem que odeia Brasília

Li hoje no jornal. Infelizmente, as vezes,  encontramos pessoas nesse nível, mas não me canso de valorizar e exaltar essa cidade. Brasília!!!!

fonte: Correio Braziliense 18/12/08

O HOMEM QUE ODEIA BRASÍLIA (Sérgio Maggio)

 

Conheci um homem que odeia Brasília. Nunca tinha estado tão perto de uma pessoa que cultivasse tanto desprezo a esta cidade. De certo, já tinha testemunhado gente com ressalva a este lugar, mas eram senões cercados por reserva de carinho. Esse senhor, funcionário público de carreira, tem asco de onde dorme e acorda desde que foi obrigatoriamente transferido por chefe que o desprezava. Diz que recebeu como “castigo” o passaporte para o cerrado. Em qualquer oportunidade, parece que ele se aproveita para descer o malho. Conheci-o na fila de supermercado.

– Aqui, as pessoas mal se cumprimentam. Ninguém responde ao seu “bom-dia”. Nunca vi a cara do meu vizinho. As ruas são desertas. Não há vida. Todos só pensam em dinheiro. Querem comprar o seu apartamento de um milhão. Fim de semana, pegam o avião e dão uma banana para esse monte de concreto, que algum louco disse que é patrimônio da humanidade…

Era uma fala veloz, sem pausas e com palavras que se atropelavam.

– Devo ter sido um nazista em outra encarnação. Uma pessoa má, assassino em série, esquartejador de mocinhas, monstro sem escrúpulos. Estou pagando todos os pecados. Preferia estam em Sergipe (sobrou até pro pequeno e acolhedor estado nordestino). Aqui, não tiro proveito de nada. Não há cultura, vida própria, folclore, história, humanidade.

Os olhos do homem inflavam nessa hora. Pareciam alterados de tanto desprezo.

Sem se despedir, o senhor pagou a conta, pegou as compras e se foi. Chovia e pude ver um jovem dividir o guarda-chuva para que ele caminhasse até o carro. Eles não se conheciam. Gentil, o rapaz ainda ajudou a ajeitar os sacos no porta-malas. O homem que odiava Brasília agradeceu, deu ré e saiu com uma velocidade acima da permitida para o estacionamento. Vi também que ele não parou na faixa, onde uma senhora sem guarda-chuva acenava com a mão para que fosse exercido o seu direito de pedestre. O homem passou direto, certamente com muito ódio. Eu, que fiquei calado o tempo todo, rompi o silênci e fiz um pedido aos céus.

– Por favor, tire esse senhor desta cidade.

Museu da educação em 2010

16/ 12/ 2008 – ENSINO fonte www.unb.br

UnB quer museu da educação para 2010

 

Pesquisa organizou acervo com documentos, fotografias e vídeos com pioneiros de Brasília. Espaço ficará na Candangolândia

 

Cristiane Bonfanti
Da Secretaria de Comunicação da UnB

 

A Universidade de Brasília reuniu documentos escritos e iconográficos sobre educação básica do Distrito Federal para subsidiar a construção do Museu da Educação do DF, que poderá ser inaugurado em 2010, quando Brasília completa 50 anos de fundação.

A iniciativa, apresentada ao reitor José Geraldo de Sousa Junior na terça-feira,16 de dezembro, pretende resgatar o projeto da escola Júlia Kubitscheck, a primeira do Distrito Federal, batizada em homenagem à mãe do ex-presidente Juscelino Kubitscheck (veja quadro abaixo).

O novo espaço será construído no terreno da antiga escola, localizada na Candangolândia, e terá os traços arquitetônicos originais de Oscar Niemeyer. Organizado a partir da pesquisa Educação Básica no DF – 1956/1964: origens de um projeto inovador, o acervo do museu contará com mais de 100 entrevistas em áudio e vídeo com pioneiros no ensino da capital e documentos escritos, além de 200 fotografias.

RESTAGE – A coordenadora da pesquisa, Eva Waisros Pereira, professora da Faculdade de Educação da UnB, afirma que o objetivo é resgatar os ideais de Anísio Teixeira, intelectual e educador, e elaborar projetos que ainda hoje são considerados fundamentais para a renovação educacional no Brasil. “A memória é fundamental para projetar o futuro”, disse a professora.

Segundo José Geraldo, o próximo passo é se reunir até fevereiro com potenciais parceiros, como o Governo do Distrito Federal. “Queremos que o museu seja lançado junto às comemorações de 50 anos de Brasília, em 2010”, afirmou o reitor da UnB.

QUALIFICAÇÃO – Entre os projetos não implementados completamente no sistema de ensino do DF constam as escolas-parque (destinadas à prática de esporte, aulas de artes e música), construídas no Plano Piloto de Brasília nos anos 1960. Pelo projeto inicial, seriam 28 escolas-parque, uma a cada quatro superquadras, mas foram construídas apenas cinco.

Além de resgatar projetos como o das escolas-parque, o museu unirá ensino, pesquisa e extensão para oferecer aos professores da rede pública de ensino do DF um programa de educação permanente.

 

 MEMÓRIA

  – Inaugurada em 1957, a escola Júlia Kubitscheck foi a primeira instituição pública de ensino do DF. Inicialmente chamada de Grupo Escolar 1, inovou em termos de organização e de práticas educacionais, sob a influência do ideário “escolanovista” e orientação técnica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep);

– Localizada na Candangolândia, em um acampamento próximo às instituições encarregadas das obras da nova capital, a escola foi edificada em caráter emergencial e destacou-se pelo seu projeto arquitetônico, elaborado por Oscar Niemeyer;

– O terreno, que antes abrigava uma construção semelhante ao Palácio do Catete, hoje está vazio.

Biblioteca Nacional de Brasília abre ao público nesta quinta-feira

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Mais uma das obras projetadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer para a capital da República, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) abre as portas ao público nesta quinta-feira (11/12/08). O evento de abertura acontecerá às 18h30min e contará com a presença especial do próprio Oscar Niemeyer.

Na ocasião, será assinado um termo de cooperação entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação, e da Cultura, e o Governador do Distrito Federal, para garantir a operação da BNB. O evento acontece na própria BNB, no Conjunto Cultural da República.

Após a assinatura do acordo, autoridades, jornalistas e o público em geral serão convidados a conhecer os serviços que estarão disponíveis. A Biblioteca Nacional de Brasília, a primeira grande Biblioteca de Língua Portuguesa do Século XXI, será uma referência em oferta de serviços digitais para a população.

Totalmente gratuita, a Biblioteca oferecerá à população, das 9h às 21h, acesso público à internet com 51 computadores, adaptados inclusive para atendimento a portadores de necessidades especiais; um Centro de Produção Digital, onde qualquer cidadão poderá criar, em 10 estações de trabalho, produtos com conteúdos originais, editar vídeos ou desenvolver websites; e Salas de Treinamento para mini-cursos dirigidos para a capacitação digital.

Haverá ainda um Espaço Infantil, a ser destinado para utilização e alfabetização digital para crianças desde os cinco anos de idade; auditório para apresentações e conferências; área ampla para leitura e espaços de convivência, destinados a lançamentos e exposições literárias. Também haverá na BNB um acervo com projeções sobre a história das Bibliotecas da Língua Portuguesa, constituído por um túnel formado por imagens projetadas e textos fixos em duas paredes.

No Hall de entrada da Biblioteca, o usuário encontrará uma tecnologia totalmente original: um prisma de imagens formado por três telas espelhadas que refletirão a imagem de todas as pessoas que estiverem entrando na biblioteca. A idéia é criar no visitante a percepção de que ele não está apenas entrando num local de armazenamento e acesso a informações, mas de que ele faz parte do processo de construção do conhecimento.

O ponto forte da biblioteca será, naturalmente, seu acervo de livros e conteúdos digitais e impressos, direcionados principalmente para as áreas da cultura, educação, ciência, tecnologia e saúde. As pessoas poderão ter contato in loco a qualquer dos conteúdos disponíveis, mas quem quiser poderá ter acesso remoto ao acervo digital da biblioteca, seja em formato de texto, áudio ou vídeo. O acesso remoto ao acervo, contudo, somente estará disponível a partir do meio do ano que vem.

A Viabilização Institucional e Financeira da BNB

A Biblioteca Nacional de Brasília definiu e implementou seus serviços ao público a partir de uma parceria do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), com a Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal (GDF). A assinatura de um termo de cooperação entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação e da Cultura e o GDF, no dia da abertura da BNB ao público, irá garantir os recursos financeiros necessários para a manutenção da BNB até que ela seja institucionalizada na forma de uma Organização Social (OS), sob supervisão da Secretaria de Cultura do GDF.

O Centro de Referência de Inclusão Digital

O Centro de Referência de Inclusão Digital (CENRID), mantido pelo Ibict/MCT, atuará em várias frentes dentro da Biblioteca Nacional de Brasília. Além de ser promotor de palestras, conferências e congressos nos espaços da BNB, o CENRID fará capacitações, treinamentos e tutoriais. Também desenvolverá pesquisas de monitoramento sobre o uso e a eficácia dos espaços disponibilizados à população pela BNB. A intenção é acompanhar o modo de utilização e a efetiva utilidade de cada um dos espaços para, posteriormente, multiplicar estas experiências para todo o Brasil.

O CENRID é uma ação do IBICT que tem por objetivo viabilizar uma experiência institucional e social de uso intensivo de tecnologias digitais e de redes. Na BNB, o CENRID pretende servir como alicerce para caracterizá-la como espaço efetivo de disseminação de conhecimento, difusão cultural, científica e tecnológica para toda a sociedade brasileira.

Acesso à Internet de alta velocidade

A BNB terá conectividade à Internet com grande capacidade de banda. Todos os serviços que dependem de rede – os espaços adulto e infantil de acesso à Internet, os serviços de webconferência e a consulta remota ao acervo – serão atendidos por uma conexão com capacidade de 1 Gbps à Rede Metropolitana de Brasília. A BNB é uma das 20 instituições participantes da rede do Distrito Federal, que está ligada ao Ponto de Presença da RNP local. O projeto Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep), iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia coordenada pela RNP, é responsável pela implementação de redes como essa em todo o país.

Cronograma de Abertura ao Público

A solenidade de abertura da Biblioteca Nacional de Brasília ao público no dia 11 de dezembro deverá contar ainda com a presença do Secretário de Cultura do GDF, Silvestre Gorgulho, do Diretor do Ibict, Emir Suaiden, e do Diretor da RNP, Nelson Simões.

O evento marcará simbolicamente a efetiva disponibilidade da BNB a toda a população e servirá para a assinatura do convênio interministerial destinado a viabilizar a manutenção e a gestão da Biblioteca.

Serviços à população

A partir do dia 11 de dezembro, nesta que consistirá a primeira fase da implantação de serviços, estarão disponíveis à população:

• Espaço CLIC, local de acesso à Internet e periódicos impressos;

• Espaço Infantil, sala de acesso à Internet e periódicos impressos para crianças de 5 a 10 anos;

• Sala de cursos, oferecidos pela Biblioteca à população em geral;

• Auditório equipado com webconferência;

• Empréstimo restrito de livros;

• Hall de Exposições;

• Site da BNB, com cadastramento de usuários via web;

• Salão de Leitura do 2º e 3º andares;

• Salas de estudo individual e em grupo;

• Guarda-volumes.

Nas próximas fases, a Biblioteca deverá oferecer outros serviços, conforme cronograma:

• Março/2009 – Ativação das Poltronas Multimídia;

• Abril/2009 – Abertura do Centro de Criação Digital;

• Julho/2009 – Consulta e empréstimo do acervo da BNB, e consulta ao acervo pela Internet;

• Setembro/2009 – Abertura do salão do 4º andar para estudo e leitura.

Mais informações:

Assessoria de Comunicação do IBICT

Telefones: (61) 3217-6369/3217-6491

10.12.08

fonte: http://www.ibict.br

Arquivar a própria vida

 

 

 

 

 

Imaginemos por um instante um lugar onde tivéssemos conservado todos os arquivos das nossas vidas, um local onde estivessem reunidos os rascunhos, os antetextos das nossas existências. Encontraríamos aí passagens de avião, tíquetes de metrô, listas de tarefas, notas de lavanderia, contracheques; encontraríamos também velhas fotos amarelecidas. No meio da confusão, descobriríamos cartas: correspondências administrativas e cartas apaixonadas dirigidas à bem-amada, misturadas com cartões postais escritos num canto de mesa longe de casa ou ainda com aquele telegrama urgente anunciando um nascimento. Entre a papelada, faríamos achados: poderia acontecer de esbarrarmos com nosso diário da adolescência ou ainda com algumas páginas manuscritas intituladas “Minhas lembranças de infância”.

 

 

 

 

…Enfim, porque fazemos triagens nos nossos papéis: guardamos alguns, jogamos fora outros; damos arrumações quando nos mudamos, antes de sairmos de férias. E quando não o fazemos, outros se encarregam de limpar as gavetas por nós. Essas triagens são guiadas por intenções sucessivas e às vezes contraditórias. Como observa mais uma vez Perec, “o problema das classificações é que elas não duram; mal acabo de impor uma ordem e essa ordem já está caduca. […] O resultado de tudo isso são categorias realmente estranhas: por exemplo, uma pasta cheia de papéis diversos na qual está escrito ‘A classificar’; ou então uma gaveta com a etiqueta ‘Urgente 1’ sem coisa alguma dentro (na gaveta ‘Urgente 2’ há fotos antigas, na ‘Urgente 3’, cadernos novos). Resumindo”, conclui Perec, “eu me viro.” Passamos assim o tempo a arquivar nossas vidas: arrumamos, desarrumamos, reclassificamos.

 

Texto “Arquivar a própria vida” de

 

 

 

Philippe Artières acesse em http://www.cpdoc.fgv.br/revista/arq/234.pdf

 

 

 

Não é só onde trabalhamos que tratamos com arquivos e informações, na nossa vida a todo momento estamos tratando com documentos. Será que conseguimos preservar o que realmente importa???

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Quando eu crescer quero ser bibliotecário!

Percebi que o blog está sendo muito visitado por amigos bibliotecários. Apesar de atuar atualmente como Arquivista, também sou formado em biblioteconomia e tive a oportunidade de participar de um projeto aqui no Tribunal, onde foi possivel “desenvolver as habilidades de bibliotecario” e confesso que fiquei muito contente com o resultado.

Apesar das diferenças de objeto das duas áreas, pude perceber que também temos muita coisa em comum. E o que mais me chamou a atenção foi o reconhecimento muito maior que a biblioteca tem sobre o arquivo dentro de uma instituição. Acredito que seja por causa da visibilidade que as bibliotecas têm. Enquanto os arquivos ficam localizados em subsolos, ou galpões distantes, a biblioteca geralmente esta na porta de entrada da instituição, sendo visitada e consultada tanto pelo público interno como o externo.

O texto abaixo, reflete um pouco do que eu acho sobre o “ser bibliotecário”… categoria que eu também me incluo com muito orgulho!!!

 Texto de Marcos Soares

Quando eu crescer quero ser bibliotecário! Você já ouviu alguma criança falar isso?

Quando eu crescer quero ser bibliotecário!

Você já ouviu alguma criança falar isso? Afinal, o que é ser bibliotecário nos primórdios do século 21, com todo um avanço tecnológico na sociedade da informação? Onde está a importância desse profissional e o seu reconhecimento sócio-educativo e cultural em nossa sociedade?

No Brasil, temos 39 escolas de formação acadêmica de onde saímos com o grau de bacharel (segundo dados do Conselho de Biblioteconomia da 1ª região), o vestibular não é tão concorrido quanto os outros cursos tradicionais, que deslumbram status, porém, na sua remuneração, esse profissional pode estar muito bem na tabela salarial comparado a outros profissionais liberais.

Mas, voltando a pergunta inicial, você já ouviu uma criança dizer que quer ser bibliotecária? E os pais ficarem encantados com a escolha da profissão e saírem comentando aos quatro cantos que seu filho vai ser bibliotecário, que ele está cursando biblioteconomia? Provavelmente não.

E por que não? Eis as minhas indagações: as pessoas, na sua grande maioria, não buscam a informação além das emissoras de rádio e televisão, quando vão às bibliotecas de suas escolas, sejam elas públicas ou privadas, raramente encontram um bibliotecário disponível para atendê-lo. Isso quando a escola tem biblioteca e bibliotecário.

Nas universidades privadas e públicas, esse profissional sempre está envolvido com processamentos administrativos ou técnicos. Nas outras áreas em que ele atua, raramente aparece em frente a um projeto, se mostrando no sentido denotativo da palavra, não que ele não se envolva, alguns chegam até a ser parte essencial daquele projeto, porém ficam inibidos na hora de utilizar seu marketing pessoal, existem exceções, mas são raras.

Recentemente, um colega comentou que seu ex-supervisor, um homem graduado, questionou por que precisamos cursar quatro anos de faculdade para exercer a função de bibliotecário, tendo ele como área de percepção o espaço biblioteca, porque, apesar de atuarmos em qualquer unidade onde possa existir informação, seja ela bibliográfica ou não, o bibliotecário, na mente da maioria dos mortais, ainda está vinculado às estantes de livros organizados verticalmente.

Para muitos, faz-se necessário apenas guardar os livros nas prateleiras e emprestá-los quando alguém precisa consultá-los ou fazer uma pesquisa. Daí eu questiono aos colegas bibliotecários e aos órgãos de classe, que nos representam como pessoas jurídicas, onde está a visibilidade da profissão?

Será que está apenas em um cartaz parabenizando pelo dia 12 de Março, que comemora o dia do bibliotecário e o nascimento de Manuel Bastos Tigre, bibliotecário que se projetou na biblioteconomia pelas suas ações em prol da profissão, exerceu a profissão por 40 anos sendo o primeiro bibliotecário concursado no Brasil em 1915? Onde está a nossa auto-estima?

O que fazer para que a sociedade conheça esse profissional, que os nossos filhos nos olhem com orgulho e que as crianças despertem o interesse em um dia, quando crescerem, terem como opção, além da carreira das áreas médica, advocacia, engenharia, a biblioteconomia sem se sentir pequeno, porque qualquer profissão, seja ela de cunho liberal ou não, quando é exercida e temperada com vocação, prazer e uma remuneração justa, merece todo o reconhecimento e respeito de uma sociedade em desenvolvimento que tem como alicerces políticos a educação como prioridade para alcançar o posto de primeiro mundo.

Marcos Soares
Bibliotecário daUFPE
CRB4/1381
colegioinvisivel@bol.com.br

Memória Musical (10) – Gonzaguinha – O que é, o que é

Viver, e não ter a vergonha de ser feliz.
Cantar, a certeza de ser um eterno aprendiz.
Eu sei, que a vida devia ser bem melhor e será…
mas isso não impede que eu repita…
É BONITA, É BONITA E É BONITA…

Acredito que é assim que devemos ver a vida. É claro que tudo pode melhores, mas devemos ter uma visão positiva e agradecer tudo o que há bom, parando de reclamar um pouco….

Perfil dos Visitantes do Blog

Gostaria de Conhecer o perfil dos visitantes do meu blog, por isso estarei realizando algumas enquetes. Gostaria de saber a área de atuação de vocês.